É tempo de dedicar algum do nosso tempo a pensar o país: o que somos, o que temos, o que gostaríamos de ser e ter.
Os portugueses reclamam agora mais, mas há demasiado tempo perdido em lamentos circunstanciais de conversa de café.
É tempo de fazer chegar mais longe esses lamentos e quebrar a efemeridade da palavra dita, aplicando o velho princípio latino uerba uolant, scripta manent.
E percutindo, martelando, ir ferindo, ir furando…
