Esta é uma história de ficção, qualquer semelhança com a realidade (quer em nomes, quer em factos ou locais) é pura coincidência…
Era um uma vez um dirigente máximo de um organismo público. Era uma vez uma funcionária que era chefe de um serviço. A funcionária tinha progredido na carreira por mérito e por ver o seu trabalho reconhecido. O dirigente tinha outros méritos e não precisou de subir, porque desceu de pára-quedas.
Era uma vez um Siadap e entra agora aqui outra funcionária com menos mérito mas mais atributos. Se estivesse aqui o Torga, descrevia assim: «cada braço, cada perna que era de a gente se lamber».
Ora a última personagem a entrar na história tinha menos inteligência mas mais ambição e meteu-se-lhe em cabeça que havia de, naquele serviço, ser ela a chefiar. E se tinha meios para o conseguir…
Para não demorar a história, e porque o SIADAP tem prazos a cumprir, vamos sem delongas e à bruta ao final deste enredo.
Quem acham que teve muito bom, quem foi, quem foi? A cigarra ou a formiga? E quem não atingiu os objectivos do serviço e teve que ceder o seu lugarzinho? Ah, pois é, viva a meritocracia.
