A escolaridade obrigatória de 12 anos, assim instituída por decreto, é um erro. Esta é uma matéria em que é preciso andar ao contrário: primeiro cria-se a necessidade, depois condições e, quando for uma realidade, decreta-se.
O facto de não ser obrigatório era a última arma do professor no ensino secundário. Não queres estar aqui? Vais-te embora que ninguém te obriga. Remédio santo, que escorre agora por cano roto.

