Posted by: Sestércio | 9 Maio, 2008

Nova forma de energia

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Posted by: Sestércio | 8 Maio, 2008

Teste a sua cultura geral

Na imagem (clique para ampliar e ver melhor) estão retratadas figuras muito conhecidas e importantes da história da humanidade. Se as reconhecer todas, você é um génio maior do que qualquer um dos retratados.

Se reconhecer metade, a sua cultura está acima da média e por isso o seu futuro político está comprometido :)

Se reconhecer vinte, dê-se por satisfeito e considere-se na média.

Se reconher menos do que isso, vá a correr inscrever-se num partido e terá um futuro brilhante ;)

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Posted by: Sestércio | 7 Maio, 2008

Corrupção e justiça

É tão necessário fazer um estudo sobre este assunto como um outro para concluir que quem anda à chuva se molha!

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Posted by: Sestércio | 6 Maio, 2008

Modelo de avaliação para médicos

Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc). Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.

A carreira seria dividida em duas: médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e médico. A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes. O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc. A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética…

Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que osnossos ‘especialistas’ na área da educação não terão dificuldade emlevar o exercício até ao fim. A questão é saber se consideram aceitável o modelo? Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões? Será?

Recebido por e-mail.

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Posted by: Sestércio | 5 Maio, 2008

Como melhorar os resultados escolares

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Há muitas maneiras de aumentar os resultados escolares: a maioria exige trabalho e demora tempo, muito mais do que o de uma legislatura.

Depois há as outras! Sobre essas não digo nada… mas aponto aqui as palavras de um aluno, sorridente, à saída do teste intermédio de Matemática:

- Nunca vi teste tão fácil! Deixem lá estar a ministra, pelo menos até eu acabar o 12.º ano!

Recorte do Sol , 3/05/2008.

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Posted by: Sestércio | 4 Maio, 2008

Democracia de qualidade

Diria que não seria necessário estudo para tirar estas conclusões publicadas pelo DN, mas ainda bem que foi feito e por uma entidade externa, uma ONG britânica.

Quatro factores mais à vista, mas podiam ser quarenta:

  1. fraca qualidade dos governantes e dos políticos em geral (alguém esquece promessas engavetadas ou erros clamorosos, como o “jamais” de Mário Lino, o encerramento cego de urgências ou o modelo de avaliação de professores persistentemente defendido pela ministra e seus secretários?);
  2. atroz funcionamento partidário (com o caciquismo, o oportunismo, o nepotismo, o alpinismo e outros ismos);
  3. fraca intervenção dos cidadãos (e aqui me penitencio pela minha), restringida a um voto de quatro em quatro anos (e quando calha);
  4. péssima resposta da justiça que dá sistematicamente sinais errados de impunidade completa para aqueles que detêm um pouco de poder.

E assim vamos sobrevivendo em Portugal.

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Posted by: Sestércio | 3 Maio, 2008

Dicas para políticos

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Posted by: Sestércio | 3 Maio, 2008

Quantos seremos?

Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena.
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!

Não podemos mudar a hora da chegada,
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.

E o que não presta é isto, esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.

Miguel Torga

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Posted by: Sestércio | 2 Maio, 2008

Justiça americana

Por estas e por outras é que a pena de morte devia ser abolida.

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Posted by: Sestércio | 1 Maio, 2008

Gambozinos

Encontrar coerência em política é mais difícil do que encontrar um gambozino…

Sol, 25/04/08

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Posted by: Sestércio | 30 Abril, 2008

Um mestrado a sério

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Posted by: Sestércio | 29 Abril, 2008

A moda dos híbridos e a gestão escolar

Aproveitando a novidade tecnológica dos motores híbridos, o Ministério da Educação inventou o modelo híbrido para seleccionar / eleger o director de escola. Criou um ser de um hibridismo impressionante, idêntico ao descrito por Horácio nos primeiros versos da Epístola aos Pisões: a uma cabeça de homem juntou um pescoço de cavalo, a membros de animais juntou penas e, como resultado, aquilo que fora uma bela mulher apresenta-se como um negro e torpe peixe.

De facto, o DL 75/2008 propõe um modelo estapafúrdio: primeiro os candidatos apresentam-se a concurso (Art.º 22); depois há uma eleição no Conselho Geral (Art.º 23).

Se a ideia é eleger o director, para quê o procedimento concursal? Se, por outro lado, a ideia é instituir um concurso rigoroso e translúcido para quê a eleição?

Um bombom a quem souber a resposta…

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Posted by: Sestércio | 28 Abril, 2008

Curar a úrsula

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Posted by: Sestércio | 27 Abril, 2008

O professor palhaço

Aqui está uma boa representação das tristes figuras que os professores têm que fazer nos dias que correm.

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Posted by: Sestércio | 26 Abril, 2008

Quero ser açoreano já

Nos Açores, esse outro país!, foi recuperado aos funcionários públicos, e naturalmente aos professores, o tempo de serviço congelado.

Assim, esse tempo (entre 29/8/2005 e 31/12/2007) é contado para progressão nas carreiras.

O SPRA, privilegiando sempre a via negocial, congratula-se pelo facto de o Governo Regional dos Açores, através da Vice-Presidência, ter sido sensível aos seus argumentos, reconhecendo a justeza das suas pretensões, ao fazer justiça aos Professores e Educadores que trabalham nesta Região, que vêem, assim, reconhecido o tempo de serviço congelado, num total de, sensivelmente, dois anos e quatro meses, que são recuperados para efeitos de integração e progressão na carreira, ainda que de forma faseada, sendo 50% desse tempo considerado a partir da entrada em vigor do diploma e os outros 50% em 1 de Setembro de 2009.

Este é mais um sinal evidente, tal como já tinha acontecido com o ECD, a avaliação e as quotas, de que no governo regional dos Açores, em matéria de educação , há muito maior bom senso do que por cá.

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